Sábado, 18 de Abril de 2009

Manuel da Fonseca

 

A existência de homónimos, deixa a pesquisa na Net um pouco baralhada, se não houver o cuidado de filtrar, o que realmente procuramos encontrar, é difícil concluir esse trabalho.

Tenho esse contratempo associado ao nome, ainda que edite alguma coisa, difícil será dar conta que tal aconteceu.

Por um lado é vantajoso e remete-me ao anonimato.

Daí o recurso a abreviaturas e siglas, nicks names, que personalizam os trabalhos e são como que altifalantes, que gritam constantemente, estou aqui, estou aqui.

Os milhões de páginas criadas diariamente, tentam confundir, sem conseguir, a individualidade genuína de cada ser pensante que aqui deixa obra, por muitos considerado lixo, por outros, arte, com cokies, que são como pistas de odor, para cães pisteiros, que, quando necessitam, tudo querem encontrar, depressa e em quantidade.

Como é possível neste mundo global, talentos, seja de que arte for, demorarem décadas a ser descobertos, como acontece nos programas de voz e artes seja de dança, ou de representação. Há ainda por aí muito por descobrir, ficarei atento, com certeza.

 

Manuel da Fonseca @ 2009

Outros lugares

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Pesquisa personalizada
 
publicado por Manuel da Fonseca às 17:05
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Sexta-feira, 10 de Abril de 2009

Personal Friend (Amigo Pessoal)

 

Há árvores que se semeiam, outras que se plantam, por base, existe uma semente que lhes garante a continuidade, enquanto espécie, seja pelas leis naturais do reino vegetal, ou pela intervenção do homem. A natureza conjuga-se para que nasça, cresça e morra. Plantar e ser amigo das árvores, é uma forma de estar em sintonia, com a natureza que nos rodeia e permite criar, um ecossistema sustentado para o futuro, delas, sou "Amigo Pessoal". Faremos o mesmo no reino animal e entre humanos?

Vem isto a propósito de temas e conceitos que a sociedade adapta, engraçados pela inovação a que é levada a relação humana.

Distraído, como sempre, deparo com um conceito, que de novo, nada tem, mas que somente fui descobrir numa revista para mulheres, enquanto esperava: "PERSONAL FRIEND". Desperto para a nova temática, pesquisei durante horas, concluindo que, tem anos, essa nova ideia de fazer negócio. Verdade seja dita, que há muito reconheço que quem melhor conversa, na opinião do ouvinte oposto, ao nosso diálogo, não é o que falo, mas sim, o que estou disposto a ouvir. Os elogios do, "adorei conversar consigo", ocorrem, quando conseguimos ouvir tudo aquilo que nos disseram e encaminhamos a conversa para que falassem ainda mais, sobre o que gostam de conversar.

Nesta versão do, "Amigo Pessoal", tudo é assumido previamente, contrata-se, para ter companhia, desabafar, passear, executar tarefas, dar espectáculo, enfim tirar a pessoa isolada, sozinha no mundo, carente, da nostalgia e solidão em que vive, ou na versão mais optimista, dar felicidade e realização. Dizem os entendidos, nessa matéria, que só é possível, a quem tem dinheiro para pagar esse mesmo serviço, os puristas defendem, que é permitido fazerem quase tudo, menos sexo, os bondosos e misericordiosos, dirão que, sempre fizeram isso na vida, em regime de voluntariado e sem cobrar nada.

Será esta, uma forma honesta, de prestar serviços a troco de dinheiro?

Respondo que, na minha opinião, sendo dono do meu tempo disponível, se pensar rentabilizá-lo, o irei vender, ao melhor preço, da forma que a procura o solicitar, desde que para isso sinta que estou qualificado, sem ir contra os princípios éticos, sem enganar, sendo claro que o faço, para ser remunerado. Ou seja antes que isso pudesse acontecer, teria que estabelecer um contrato verbal, ou desconfiando, cobrar antecipadamente.

O termo de profissional e pessoal, vão ao encontro de quem pretende ter uma resposta, ao que a sociedade tem para oferecer,  de forma colectiva, por vezes gratuita, mas sempre massificada, para passar a ser, um "Serviço Exclusivo", adequado ao problema que quer solucionar. 

Quer se queira quer não o "PERSONAL", não sei de quê, tem um mercado em crescimento, até que, novas formas de satisfação pessoal, apareçam a fazer-lhe concorrência.

Por isso gosto tanto de observar a natureza, tudo nos dá e mostra a troco de radiação solar e nutrientes essenciais, ao seu perfeito desenvolvimento e crescimento. O observar e contemplar, nunca deixo cair no esquecimento.

 Manuel da Fonseca @ 2009

sinto-me:
publicado por Manuel da Fonseca às 15:30
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Domingo, 5 de Abril de 2009

A Importância de quem decide o que é Importante

As investigações, sobre tudo e todos, estão ao rubro. Caso atrás de caso, como cidadão, dou-me conta que, muito mais queria saber sobre temas, assuntos e conduta de algumas figuras consideradas públicas.

Se a justiça neste país, já é considerada lenta, não agrada nada, ouvir dizer, que ainda é feita de forma mais lenta, por pressões, para que isso mesmo aconteça. Investigar, se, quem investiga, não é pressionado para deixar de investigar, assusta-me um pouco, por achar que a verdade deve ser conhecida, demore o tempo que demorar.

Numa outra indústria poderosa, como são os laboratórios farmacêuticos, a luta entre classes, ordens e associações, também não abona nada a favor de quem tem necessidade de tomar, por isso mesmo comprar, o medicamento.

Se por um lado, enfermeiros e médicos, lutam por fazer vingar o que cada um tem competência para fazer, enquanto prestadores de cuidados de saúde ao paciente, a disputa entre a decisão de alterar ou não o medicamento prescrito numa receita médica, já mexe com muito mais interesses.

Se se trata de princípios activos, com a mesma composição química, sou de opinião que qualquer laboratório certificado, pode produzir esse mesmo medicamento. Esse genérico, devia pois apenas ser conhecido, com uma única nomenclatura, caixa idêntica, apenas variando a referência  do titular e da direcção técnica, para efeitos de responsabilização pela validade, garantia e qualidade. Preço tabelado na venda ao utente apenas. O médico desta forma não hesitaria entre um ou outro, já que todos serão iguais.

Nos novos medicamentos, a realidade já é outra, novas fórmulas podem na verdade ser mais eficazes e úteis na cura do paciente. Aí, o médico, considero que deva ser rei e senhor, nele se deposita toda a confiança e competência. Nunca o farmacêutico, deve poder alterar o medicamento, sem que para isso esteja autorizado pelo médico. Já que as farmácias, até enfermeiros chegaram a ter nas suas instalações, para dar vacinas, poderão abrir também consultórios, com médicos, e assim, com a permissão do utente, quando discordarem da prescrição, emitirem uma nova receita, sem custo e com a sua autorização, para venderem o medicamento que querem aconselhar. Temo que, a margem comercial, influencie muitas vezes a decisão que se quer tomar para alterar o receituário.

Como consumidor, apenas não quero pagar mais pelo que posso ter igual, mas mais barato.

publicado por Manuel da Fonseca às 12:09
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