Terça-feira, 25 de Março de 2008

200.482.000 €

Quando falo aos mais novos em escudos, ou contos, ficam baralhados e com razão.

O processo inverso ainda me causa algum embaraço, servindo apenas para comparação, com um passado já longinquo.

Hoje apeteceu-me então falar em qualquer coisa como, quarenta milhões de contos.

Ora, se esse fosse o desafio, para amealhar durante 10 anos, qual seria o negócio a que tinha que dedicar-me?

Estou na busca disso mesmo, em  2018, farei o relatório das conclusões que conduziram a tal resultado.

Acreditando, estando atento, trabalhando com um objectivo em mente, aproveitando todas as oportunidades, que a vida nos coloca no caminho, estou cada dia mais perto, do que procuro, sem surpresa de o conseguir alcançar.

A sorte não existe, constroi-se no dia-à-dia, por isso, não se admire se de um dia para o outro passar a ser "MILIONÁRIO".

Acredita nisso?

sinto-me:
publicado por Manuel da Fonseca às 09:37
link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 20 de Março de 2008

Valores Morais

Os valores morais, não são quantificáveis em valor monetário.

Passei seguramente os melhores 4 dias, dos meus ultimos 7 anos.

Que ganhei com isso? Tudo aquilo que dá ânimo e fortalece a alma.

A questão está, nas decissões que se tomam e ter plena consciência que estou a ser coerente.

Por isso não me canso de repetir a escala de valores, Saúde, Familia, Trabalho e Dinheiro.

QUer se goste quer não é assim que me sinto bem e realizado.

A amizade é algo que se cultiva todos os dias, não adianta querer ser, ou parecer, aquilo que realmente não sou. Quando foi a última vez que senti mêdo?

Sentir-me útil dá-me coragem.

 

 

sinto-me:
publicado por Manuel da Fonseca às 21:53
link do post | comentar | favorito
Quarta-feira, 19 de Março de 2008

Um PAI como outro qualquer

Dei por mim a pensar que hoje tenho alguém que faz questão de me dedicar o dia.

Sabe bem, sabe mesmo muito bem. A retribuição não vai ser com dinheiro mas carinho, muito, mesmo muito.

São estas coisas que não têm preço, que não custam mesmo nada assim haja tempo vontade e diálogo para as fazer.

No mundo competitivo do trabalho, por vezes fui surprendido, com frases do tipo, " não sou teu pai", hoje entendo isso, ainda não disse, mas se calhar com o tempo e com os anos em cima dos ombros acabarei por dizer. Talvez porque só agora entenda, quanto infindáveis são os compromissos que temos por dever, assumir para com os filhos. Isso impede-me de estar mais liberto para ajudar aqueles que, por força da idade, até que já poderiam ser meus filhos, são-no apenas porque detenho o saber da experiência e a responsabilidade de poder mandar.

Por isso vos peço, meus filhos de profissão, tenham paciência e aturem um pai rabugento, que não hesita em ensinar, mas que exige tanto empenho e respeito quanto aquele que exijo das portas para dentro de casa.

Têm azar, é que sempre ouvi dizer que, somos todos uma Familia.

Até ao dia em que cada um tiver filhos, haverá sempre um PAI que nos apoia, para bem ou para o mal, consuante o caminho que se escolhe e os apoios que se procuram.

publicado por Manuel da Fonseca às 13:47
link do post | comentar | favorito
Sábado, 15 de Março de 2008

Ser Proactivo

Fazer mais e melhor é desafio constante na minha vida.

A necessidade aguça o engenho, se posso poupar não vou gastar, porque pode fazer falta no futuro.

Esta mentalidade do aforro e da poupança, tem muito a ver com a previsibilidade do imprevisivel. Ou seja a gestão de recursos, neste caso financeiros, vai muito para além do que se possa imaginar. O velho chavão, durante a vida já não vou conseguir gastar tudo o que tenho, só é verdade, porque, de forma consciente, quem afirma isso, ou é mesmo muito rico, mas sobretudo, tem consciência que a sua disciplina de vida, não o vão deixar cometer loucuras. Por muito rico que se seja basta dar tudo o que temos para momentâniamente se ficar sem nada.

Sei que é dificil de acreditar que quanto mais se dá, mais se recebe. Isso tem a ver com não acreditar nisso mesmo. Se fosse formula mágica e universal, todos dávamos, ficando à espera de receber ainda mais.

Optei por ter em frente a mim, no meu covil de devaneios intelectuais, um quadro com o que tenho para fazer. Verdade seja dita, que todas essas tarefas, não dependem só de mim, senão já estariam feitas. A moeda de troca, limita-me o que devo ou não devo fazer.

Por isso só sou proactivo no que consigo fazer dispendendo apenas energia fisica e intelectual.

Nessas duas não me poupo.

Estou mesmo assim, desocupado durante o periodo em que troco tempo por dinheiro, porque aì a inactividade passa para quem me contracta.

publicado por Manuel da Fonseca às 11:20
link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 13 de Março de 2008

13 Pecados Mortais/ Verdades Inconvenientes

Como se Sete não chegassem, passam a ser 13, os pecados, que exigem confissão nos 20 dias seguintes à sua práctica.

Recomendações essas que emanam de uma religião, na qual, por obrigação, quer familiar, quer escolar, fui educado, até ao momento em tive capacidade para decidir e descernir, o que aceito por verdades e valores morais.

Lendo pela manhã, um desses jornais gratuitos, dei comigo a pensar que de todos esses pecados mortais, a "IRA", é o que vou ter que confessar, nos próximos 20 dias.

A satisfação do crente, é que depois de confessar o pecado, fazendo penitência, rezando o receituado pelo cura, tem um bem estar, garantido pela absolvição divina, que se equipara á medalha de mérito e bom comportamento. A isso chamo perdoar.

No dia a dia, faço isso constantemente, ouço, ralho e sigo em frente, pois não adianta chorar sobre o leite derramado.

O que somos, não tem a ver com o que dizemos, mas antes com a forma como agimos.

Coragem é, assumir as atitudes tomadas de forma consciente, ainda que isso traga prejuizos, morais, financeiros, problemas de disciplina, ou punições por incumprimento da lei Universal que cada um aceita, como regente das relações da vida, em sociedade, no mundo do trabalho, no seio da familia, no mundo em que vive.

Ser "EXTRAordinário" é sair da vulgaridade, é receber o reconhecimento e mérito, daqueles que nos admiram. A esses ficamos gratos.

Libertar fantasmas, esquecer maldades,  aceitar tratamento desigual, faz parte da Selva Urbana em que decidi viver, da incapacidade de competir com economias emergentes, como a China, onde fazem, mais barato, melhor, a preços que não  dão para pagar sequer, o café que tomo como droga, assim que saio de casa, por acreditar que me irá acordar, para enfrentar mais um dia, o primeiro, do resto da minha vida.

Mas há tesouros que nem nos passam pela cabeça, a questão está sempre em saber, onde se encontram, a quem pertencem e o motivo porque são tão valiosos.

Se me pertencerem, terei que ser astuto em o vender pelo melhor preço, caso o dinheiro seja a minha ambição de vida.

Não, não é, "Vive e Deixa Viver", é a minha forme de estar neste mundo utópico, em que a pirâmide de valores, um dia irá ser invertida.

A tendência natural é, como sou dependente, pagar mais por aquilo que não sei ou não quero fazer, e gastar naquilo que é raro.

Talvez estas sejam algumas verdades inconvenientes, daquelas que para além de não ouvir, só dou conta, quando me batem à porta. 

 

publicado por Manuel da Fonseca às 09:49
link do post | comentar | favorito
Quarta-feira, 12 de Março de 2008

Tempo e dinheiro

Voltando às minhas origens, da entrada no mundo do trabalho, sou explicador em partime.

Ou seja, um rendimento complementar diário, independentemente de quando irei receber do explicando.

A gestão de tempo é o que mais me fascina, em vez de dizer que estou ocupado, digo antes, que estou sempre disponivel. Essa confiança,motivada pela alteração retórica do discurso, começa a dar os seus frutos.

Como prova de gratidão na primeira aula ,recebi logo uma prenda, que só iria receber no dia 19.

Excelente. Que explico eu durante esses 50 minutos, a qualquer hora, em qualquer lugar?

Soluções, para aquilo que quem precisa, não consegue resolver sózinho(a).

Óbviamente que as regras e limites são impostas por mim, que nessa milésima de tempo de auto-afirmação, sou apelidado de, mestre, mandão, ditador, intransigente, insensivel, ganancioso, egocentrico, maquiavélico, incompetente, sonhador e sobretudo práctico.

Neste meu regresso ao passado, da capacitação das competências adormecidas, há mais de 20 anos, tive nota máxima, e como a contratação é diária tenho já agendada nova sessão, para no mesmo local, à mesma hora do dia seguinte, prosseguir aquele que é para mim o maior dos desafios na evolução, apontar soluções quando o caminho aos olhos dos outros se apresenta dificil.

O mais caricato disto tudo é que para além do enorme prazer que me dá ensinar, ganho dinheiro e aprendo, não só com os erros mas também com aqueles a quem transmito conhecimento.

É a comunicação global, ao nivel da unidade individual.

Esta é a minha forma de trocar tempo por dinheiro, sendo um, limitado, o outro vale em função do uso para que é utilizado.

publicado por Manuel da Fonseca às 09:52
link do post | comentar | favorito
Sábado, 8 de Março de 2008

Engenharia Financeira

Com a "Empresa na Hora", tão badalada politicamente, o que hoje é verdade amanhã já é mentira, ou seja de assalariado passa-se a empresário.

Muitas vezes não passa, de um novo estatuto, que tal como o titulo de Dr. ou Prof. , dá jeito ostentar, já que mais não seja, para dizer que se é Sócio Gerente,  Admistrador ou Director do departamento que se quiser inventar.

Existem muitas vaidades na verdade, e em muitos casos como as empresas não são económicamente viáveis, são os próprios sócios ue injectam capital para que financeiramente não tenham que abrir falência.

Desde logo se pensa numa sede fixa e fisica para provar que a empresa existe de verdade.

Assim que se admitem empregados, estes julgam-se logo no direito, que se forem futuramente despedidos, vão ser indemenizados com certeza, dependendo dos anos e tipo de contracto que assinaram. Daí se vê que cada vez mais os novos empressários optem por tarefeiros, ou os tão em moda outsourcings, ou prestadores de serviços.

Outra coisa que vejo com a maior das banalidades é depois de abrir uma, abrir outra e mais outra até se encontrar um nicho de mercado que nos traga mais valias sem grande esforço.

São estes os tempos de mudança, mas  a máxima é sempre, se não dá lucro fecha e abre outra.

Para já não falar na prática de despesas numa empresa e lucros noutra.

Mas essa será outra conversa.

Por hoje dediquemos o dia às mulheres, porque elas merecem tudo, ou não fossem elas a nossa mãe.

publicado por Manuel da Fonseca às 15:58
link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Abril 2013

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

.posts recentes

. "Opiun Hi5 Memoires" - Vo...

. Abril, oportunidades mil

. Submarino Azul, "Porque S...

. Ponto de Equilibrio

. "Guerra do Café" - Um Gos...

. "All Formats" - Todos os ...

. Saldo Positivo

. "Sementes que germinam......

. O gesto é tudo \../

. Acertar no Alvo

.arquivos

. Abril 2013

. Março 2013

. Dezembro 2010

. Agosto 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Julho 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Setembro 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

.tags

. todas as tags

.favorito

. Submarino Azul, "Porque S...

blogs SAPO

.subscrever feeds