Sábado, 5 de Julho de 2008

Quando o "MAL" nos toca a "NÓS"

Sejam quais forem os valores que orientam o comportamento, é sempre diferente a forma como, aconselho quem pede opinião, o envolvimento quando os que são queridos, estão na primeira linha, ou finalmente quando faço parte do processo. A minha dimensão coloca-me em diferentes circulos, por muito fechado que ele seja, jamais posso pensar que estou imune a uma realidade nacional ou global.

Na expectativa de novo código de trabalho, dou por mim consciente, que nem sempre as atitudes de força tomadas no passado, estavam em desacordo com as orientações futuras nessa matéria. O bom senso, o meio termo, vingam sobre radicalismos estéreis que não levam a lado nenhum. A côr clubistica ou partidária, para mim estão cada vez mais em desuso, o que vinga sim são, competências, positivismo, fé, acreditar em tudo o que um dia, ousei sonhar.

Ainda ontem retive uma frase, retirada de uma visão de estratégia empresarial:

" Da proxima vez, diz lá a esses senhores que, primeiro estão os da casa e só depois os outros."

Entendo eu com isto que, se se quer chegar a algum lado, independente da dimensão que se tenha, devemos proteger, formar e acarinhar os que nos rodeiam, dos perigos externos, para só depois, gozando de todos os beneficios de uma riqueza, não só material como moral ,poder auxiliar quem precisa. Pelo exemplo e disciplina interna, que começa por mim mesmo e acaba no ultimo seguidor visionário em que é este o caminho. que no momento exacto, pretende seguir.

Quem passa pela nossa vida, cruzou-se em algum ponto ou momento, não quer dizer que seja acompanhado, ou acompanhe para o resto da existência. Numa visão humanista, em contraponto, ao capitalismo e empreendedorismo fictissio e expansionista, o capital mais valioso são os colaboradores, a quem é pago um serviço que leva tempo a executar. A competitivade, proactividade, consegue-se quando, na minha visão estou a ser justamente compensado pelo que me pagam.

Quem engana acaba por se enganar a si próprio. Sei o que é importante logo, o resto, fica para segundo plano. Ter visão é não dar valor aquilo que, de beneficio, apenas tem o nome, quando na realidade conduz a um beco sem saída e ganho zero. Colaborar com o inevitável é saber que na proxima vez poderá surgir a oportunidade.

Sou daqueles que retiro sempre alguma coisa de positivo por pior que seja a sorte que não escolhi. A pior duvida, não é a das multiplas opções, mas aquela do "este ou aquele". Aí se toma uma decisão que pode mudar uma vida. Viver o momento, ouvir e observar as realidades ,de que já tinha ouvido falar, são situações inesqueciveis e que marcam uma viragem naquilo que nunca quero vir a ser:

Doente, pedinte, desempregado e coitadinho.

"Que as férias me tragam mais sabedoria."

sinto-me:
publicado por Manuel da Fonseca às 12:31
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