Quinta-feira, 13 de Março de 2008

13 Pecados Mortais/ Verdades Inconvenientes

Como se Sete não chegassem, passam a ser 13, os pecados, que exigem confissão nos 20 dias seguintes à sua práctica.

Recomendações essas que emanam de uma religião, na qual, por obrigação, quer familiar, quer escolar, fui educado, até ao momento em tive capacidade para decidir e descernir, o que aceito por verdades e valores morais.

Lendo pela manhã, um desses jornais gratuitos, dei comigo a pensar que de todos esses pecados mortais, a "IRA", é o que vou ter que confessar, nos próximos 20 dias.

A satisfação do crente, é que depois de confessar o pecado, fazendo penitência, rezando o receituado pelo cura, tem um bem estar, garantido pela absolvição divina, que se equipara á medalha de mérito e bom comportamento. A isso chamo perdoar.

No dia a dia, faço isso constantemente, ouço, ralho e sigo em frente, pois não adianta chorar sobre o leite derramado.

O que somos, não tem a ver com o que dizemos, mas antes com a forma como agimos.

Coragem é, assumir as atitudes tomadas de forma consciente, ainda que isso traga prejuizos, morais, financeiros, problemas de disciplina, ou punições por incumprimento da lei Universal que cada um aceita, como regente das relações da vida, em sociedade, no mundo do trabalho, no seio da familia, no mundo em que vive.

Ser "EXTRAordinário" é sair da vulgaridade, é receber o reconhecimento e mérito, daqueles que nos admiram. A esses ficamos gratos.

Libertar fantasmas, esquecer maldades,  aceitar tratamento desigual, faz parte da Selva Urbana em que decidi viver, da incapacidade de competir com economias emergentes, como a China, onde fazem, mais barato, melhor, a preços que não  dão para pagar sequer, o café que tomo como droga, assim que saio de casa, por acreditar que me irá acordar, para enfrentar mais um dia, o primeiro, do resto da minha vida.

Mas há tesouros que nem nos passam pela cabeça, a questão está sempre em saber, onde se encontram, a quem pertencem e o motivo porque são tão valiosos.

Se me pertencerem, terei que ser astuto em o vender pelo melhor preço, caso o dinheiro seja a minha ambição de vida.

Não, não é, "Vive e Deixa Viver", é a minha forme de estar neste mundo utópico, em que a pirâmide de valores, um dia irá ser invertida.

A tendência natural é, como sou dependente, pagar mais por aquilo que não sei ou não quero fazer, e gastar naquilo que é raro.

Talvez estas sejam algumas verdades inconvenientes, daquelas que para além de não ouvir, só dou conta, quando me batem à porta. 

 

publicado por Manuel da Fonseca às 09:49
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