Sábado, 8 de Março de 2008

Canibalismo Empresarial

A evidência de se dizer que, tem "areia na cabeça", logo é menos inteligente, que a espécie rara, que faz a comparação, ainda vai ser motivo para alterar o paradigma.
Senão vejamos:
A a sílica é usada em quase tudo o que tem capacidade de armazenar informação, logo requere capacidade de memorizar. O cerebro humano tem valor por que motivo? Ser um centro de decisões e manter o conhecimento adquirido ou de herança genética, disponivel para ser usado quando necessário, numa resposta voluntária ou involuntária, ao nanosegundo.
Com que frequência trabalhamos? Com que definição vemos as coisas? Que capacidade temos de ouvir? O que nos faz falta no corpo humano? Porque morremos?
O apanhar sol na cabeça pode fazer mal? Se fizermos a comparação com todas as invenções humanas que requerem energia e produzem movimento, se calhar é melhor não abusar do excesso de sol sob pena de apanhar uma insolação. Também nós trabalhamos a uma temperatura ideal. A nossa ressistencia e capacidade de adaptação é que pode ser levada ao limite. É esse o motivo porque nós mesmo cometemos tantas loucuras e somos levados tantas vezes pela sociedade, mas sobretudo pela necessidade a abusar de nós mesmos.
Será que isso tem preço, será que não vamos pagar mais tarde a factura?
Claro que sim não queremos é sequer pensar quando isso vai acontecer.
Depois dizemos, aí se eu não tivesse feito isto, aí porque não fiz isto, o eterno lamentar eternizado pelo muro das lamentações da incapacidade de entender o Universo.
Se podesse substituir as partes ficaria apenas com a parte que considero ser mais importante, mas meus senhores, como tudo na vida somos um todo uno e indivisivel, por isso existimos enquanto espécie.
à medida que subimos nas organizações isso ainda se torna mais evidente.
O facto de ouvirmos noticias de milhares de despedimentos, faz-me pensar quem lucra com isso.
Será que não passamos a vida inteira a trabalhar um para os outros.
Disse um dia a alguém, que ia ser seu escravo pelo menos até aos 80 anos. Não foi à escravatura que de livre vontade me sujeitei, mas antes um desafio a mim mesmo de ter capacidade e vida suficiente para conseguir cumprir aquilo que prometi.
Por outro lado cobro tudo o que faço, e a minha unidade de medida é o minuto e a moeda de troca o euro. De momento contento-me da relação de um para um e nesse aspecto assiste-me o direito de essa relação ser inegociavel, pelos menos enquanto a necessidade não me obrigar a isso.
O pensar, se fizer o trabalho de dois, ganho mais, não é assim tão verdade, o que não consigo realmente é o controlo do tempo nem aumenta-lo, concerteza se isso fosse possivel ganhava mais trabalhando mais tempo.
Não é o tempo uma invenção nossa?
Divirtam-se e sejam pessoas crescidas e responsáveis por vós mesmos.

 

publicado por Manuel da Fonseca às 10:15
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