Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008

Não fales mal de mim...

Muitos convites, não passam disso mesmo, CONVITES.

De tudo quanto decido fazer, há sempre algumas coisas, que me recuso sequer a equacionar que tenham que ser feitas.

É um erro, eu sei, gosto de ser teimoso.

O marketing pessoal, nunca esteve tanto na moda, afinal quanto é que tu dizes que vales mesmo?

Eu sei, tanto, quanto o tempo que estou disposto  a trocar por dinheiro.

Será que me dão o que quero?

Por vezes sim, o problema está na continuidade da função, pela qual somos mais bem remunerados. Essa é efémera, quer no valor que pagam, quer no prazer que dá executá-la.

Sinceramente, nunca achei ,que encerar corredores tinha futuro e era encarado como tal.

Ainda há quem acredite, que gerir empresas que funcionam por msn, é uma actividade da quarta geração tecnológica.

Nunca vi ser produzido tanto lixo e conversa de: escrevo, logo esqueço.

Que me dizeis dos blogues de má lingua? 

Ora, ora, até parece que publicidade de borla no blogue do vizinho não é bom.

Em tempos idos, na fase maniaca de uma bipolaridade latente, dei por mim num turbilhão de efervescência, na produção de tudo quanto de pior se pode fazer quando se escreve, com sentimento de raiva e vingança. O erro foi colocar nomes.

Tudo isso resultou em vazio, sem no entanto,  deixar de ser lido atentamente, por quem acha que a coisa mais explosiva ainda está para ser dita. Ou seja, que o mal que desejamos aos outros acaba sempre por cair sobre nós. Talvez por isso, muitos considerem que depois de cinco anos de desespero, as contas ainda estão por ajustar com o passado e com quem com ele se envolveu no meu caminho. Puro engano, tudo passa e nada fica.

Contrariando o pensamento de ruina e miséria, perante dois pontos, com uma garganta funda pelo meio,na qual um vulcão se encontra produzindo magna, só resta mesmo saltar, atingindo um ponto sem retorno que se chama, Nova Vida.

Tecnológicamente, será, um Blu-Ray da inovação, que vem substituir o vellho VHS da mediocridade, onde falar mal e fazer a cama, são traves mestras, daquilo que não queres dizer, olhos nos olhos, por achares, que o mal está nos outros e não na capacidade de auto-critica.

Não fales mal de mim, porque já sabes, que não estarei por cá, para ler comentários inacabados.

sinto-me:
publicado por Manuel da Fonseca às 03:49
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